Depois das olimpíadas (pro Brasil, uma verdadeira piada) o negócio agora são as eleições municipais. Propagandas na TV,carros, cartazes e tudo mais pelo seu voto.
Primeiramente deixo claro que não quero e, principalmente, não devo tomar partido por ninguém. Se fosse há alguns anos atrás, talvez eu estivesse tomando partido. Pois bem, errar faz parte da vida! O importante é jamais desistir das suas convicções, na minha modesta opinião. Talvez se um dia tivermos políticos de verdade, e não pseudo-políticos, possamos repensar o assunto.
Mas o importante é você se decidir com base em suas convicções e dar seu voto de confiança. Errar é humano e, claro, errar demais é burrice!
De qualquer forma, é muito complicado anular um voto. Ok, é um direito, mas acredito que com uma boa garimpada consigamos dar o voto a alguém confiável ou, pelo menos, tentar dar o volto a alguém confiável.
Resolvi então iniciar o garimpo e, primeiramente, fui verificar a famosa lista dos políticos com “ficha suja” e a encontrei.
Até a data deste post a última atualização da lista, criada pelo site Congresso em Foco, foi em 06 de junho deste ano. Resolvi então, como curiosidade, separar por partidos:
Joguei num arquivo texto e comecei a “brincar” (entre aspas porque isso é coisa muito séria!):
cat candidatos.txt | grep “sigla do partido” | wc -l
Segue o ranking dos partidos com mais políticos, em ordem decrescente:
1 PMDB: 32
2 DEM: 19
3 PSDB: 19
4 PP:18
5 PT: 11
6 PR: 11
7 PTB: 10
8 PDT: 6
9 PSB: 6
10 PMN: 4
11 PSC: 3
12 PV: 2
13 PPS: 2
12 PRB: 1
13 PRTB: 1
Total: 145
Resolvi fazer esta classificação devido a uma simples frase, muito certa, na minha opinião: “diga-me com quem andas, que te direi quem és”
Outro detalhe é que dá pra tirar muito mais informações desta lista que, conforme o tempo, vou atualizando aqui.
Fica claro que, de acordo com o tamanho do partido e expressão, por assim dizer, o número aumenta. Agora vem a pergunta: será que quanto mais o partido cresce, mais suspeito ele se torna ou realmente os partidos que não estão listados, que podem assim ser identificados como “limpos”, do ponto de vista desta pesquisa, são realmente compostos por pessoas dentro da lei e acima de qualquer suspeita?
Eu fico com a primeira opção.
Um abraço,
Tiago Lima