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Driver do Fedora 11 para ati X200M - Fail

June 23rd, 2009 Peace No comments

Resolvi instalar logo o Fedora 11 no meu notebook e já tive o primeiro problema. O driver de vídeo nativo não funciona adequadamente. O lado bom é que já é um bug conhecido e desativando alguns recursos, como o DRI, você consegue usar na resolução adequada (1280×1024) mas sem aceleração gráfica, o que compromente jogos e os efeitos de desktop.

Se você tem um dispositivo de vídeo da ati com problema, adicione estas opções no arquivo /etc/X11/xorg.conf e faça um teste.

Option "AccelMethod" "XAA"
Option "DRI" "off"
Option "AccelDFS" "off"

Está com algum outro problema no seu Fedora 11 também? Confira no link abaixo se este está na lista de bugs conhecidos.

http://fedoraproject.org/wiki/Bugs/Common

Espero que resolvam isso logo. Vou ver se consigo alguma informação com o pessoal do Fedora no FISL, que começa amanhã.

Até breve.

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Atualização do Ubuntu 9.04

June 20th, 2009 Peace 1 comment

Parando para botar ordem no meu notebook fui fazer atualização do Ubuntu. Estava com a versão 8.04 e atualizei para a 9.04, passando por um update intermediário, para a versão 8.10, que é necessário.

O destaque está para a facilidade de fazer o upgrade, onde abaixo deixo o link do site do Ubuntu com as informações. Realmente muito simples. Sugiro seguir este tutorial pois não tem maneira mais fácil de fazer a atualização.

http://www.ubuntu.com/getubuntu/upgrading

Mas ainda estou fazendo uma análise. Uso Fedora 11 no trabalho e está funcionando muito bem. Vou avaliar esta versão e ver se vale a pena mudar.

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Google Chrome no Linux

September 24th, 2008 Peace No comments

O google ainda está trabalhando na versão para Linux do seu navegador, o Chrome. Mas como no mundo do software livre sempre rola um jeitinho de fazer as coisas funcionarem, já está disponível na net pacotes para debian/ubuntu que utilizam o wine para rodar o navegador versão Windows.

Fiz o download, pois estava muito curioso a respeito. Mal instalei o programa e já tive problemas. Nas partes de configurações, alguns botões não funcionam. Fiquei a ver navios pois não consegui configurar o proxy no navegador. Apenas chegando em casa pude testá-lo.

Ainda é cedo pra dar uma opinião, mas a idéia de ser leve, limpo parece ir bem, apesar dos vários bugs (o que comentei ali em cima realmente me deixou frustrado).

Esses “chunchos”, ou ainda, “aprimoramentos técnicos diferenciados” (porque você não vai dizer chuncho para um cliente, vai?) nem sempre funcionam, mas deu pra ter uma idéia. Aos interessados, acessem este link e informem seu e-mail que o google irá lhe avisar quando a versão Linux estiver disponível.

Um abraço,

Tiago Lima

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Red Hat e a Certificação RHCT

September 16th, 2008 Peace No comments

Estive, durante a semana que passou, em São Paulo realizando na Red Hat do Brasil treinamento e prova de certificação para RHCT (Red Hat Certified Technician). Fiquei uma semana estudando o Red Hat Linux, sua instalação, administração, configuração e resolução de problemas.

Sobre a Red Hat, na minha opinião, o treinamento é muito bom, prático e voltado à realidade atual de TI, com instalação, configuração e resolução de problemas, o famoso troubleshooting, o qual mencionei anteriormente, melhor qualifica o treinando para resolução de problemas reais e configurando o sistema como o necessitamos no dia a dia. Os materiais e equipamentos fornecidos, bem como instrutores e demais recursos são excelentes.

Quanto a prova em si, não posso dizer praticamente nada :) já que Red Hat é bastante exigente no quesito sigilo. Concordo plenamente pois assim valoriza ainda mais os profissionais certificados evitando os famosos dumps, entre outras coisas.

Os recursos diferenciais do Red Hat diante do mundo Linux realmente se destacam. As principais configurações do sistema são acessíveis com ferramentas simples, objetivas e extremamente eficazes, sem perder o foco da simplicidade do próprio Linux, não impedindo o administrador mais avançado de editar “na mão” (ao clássico vi /etc/nsswitch.conf, por exemplo) arquivos de configuração de acordo com a sua necessidade. Assim, o Red Hat se torna eficaz para todos os níveis de administradores.


Realmente uma experiência muito interessante! Realizei a prova na sexta feira e fui aprovado. Mais um desafio superado e uma certificação, que vem se destacando bastante. Foi o que pude identificar conversando com outros aluno da minha turma.

Um abraço e até mais.

Tiago Lima

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Instalação do Snort + BASE no Debian Etch pelos Fontes

April 24th, 2008 Peace 1 comment

Introdução:

Este tutorial visa auxiliar as pessoas interessadas em instalar o NIDS Snort, com suporte à gravação em banco de dados MySQL, e ainda a instalação e configuração do Apache2 com BASE para análise dos dados coletados pelo Snort. Utilizamos aqui a distribuição Debian GNU/Linux 4.0 (Etch), com uma instalação básica e utilizando os principais softwares a partir do código fonte.Desenvolvemos esta instalação como parte de um trabalho de faculdade sobre o Snort.

Caso alguém deseje testar em outro sabor de Linux, retorne pra gente os resultados, por favor.

Considerações:

Achamos interessante compilar os programas pois assim podemos configurar cada software como queremos, além de outros aspectos de segurança e desempenho que poderiam ser mencionados aqui, mas vamos nos limitar à instalar o Snort :) Porém o debate é sempre interessante.

Sobre o tratamento das regras do Snort, como posicioná-lo em sua rede e demais aspectos não fazem parte deste tutorial. Aos iniciantes vale para, como primeiro passo, instalar o snort de maneira adequada e depois fuçá-lo para aprender a utilizar a ferramenta. Os que já tem certa experiência, uma instalação com fontes sempre trás melhor desempenho, além de deixar o software com a nossa cara :)
Complementando, em 95% das vezes utilizamos o script ./configure para fazer uma checagem sobre o nosso sistema estar pronto ou não para compilação. Além disto, a opção –help lista as opções disponíveis para compilação. Sempre verifique as opções disponíveis pois com certeza haverá algo que você irá gostar e que pode não estar disponível no pacote pré-compilado.

Preparando o Sistema:

Após a instalação básica do Debian Etch, vamos instalar as ferramentas necessárias para compilação de programas. No caso do Debian isto é muito simples, utilizando o apt: apt-get install build-essential

Com o sistema pronto para compilar programas, vamos baixar os pacotes. Como temos atualizações constantes dos softwares, caso você utilize versões mais recentes e encontre alguma peculiaridade na instalação, comparti-lhe conosco :)
baixados os pacotes:

  • httpd-2.2.4.tar.bz2 (apache)
  • mysql-5.0.45.tar.gz
  • php-5.2.3.tar.bz2
  • adoDB
  • libpcap-0.9.7.tar.gz
  • pcre-7.2.tar.bz2
  • snort-2.8.1.tar.gz
  • snortrules-snapshot-CURRENT.tar.gz

Mãos à obra!

Após baixar os fontes, copie-os para /usr/local/src. Nesta primeira parte, vamos instalar o Snort com o MySQL e faremos um teste inicial. Após, faremos a instalação do BASE com suas respectivas ferramentas. Uma coisa de cada vez :)
Instalação MySQL:

Descompacte o fonte do mysql: tar -zxvf mysql-5.0.45.tar.gz
Acesse a pasta descompactada: cd mysql-5.0.45

Para configurar a compilação do mysql, diremos apenas o diretório o qual ele será instalado: ./configure –prefix=/usr/local/mysql
Compile: make
Instale: make install

Se ainda não tiver, crie o usuário mysql: adduser mysql (o grupo será criado automaticamente com a criação do usuário. Se não, groupadd mysql)

Copie o arquivo de configuração do mysql: cp support-files/my-medium.cnf /etc/my.cnf
Instale a base: mysql_install_db –user=mysql

Altere as permissões para o diretório /usr/local/var, onde informações do mysql serão gravadas: chgrp -R mysql /usr/local/var

Inicie o banco, para testes: mysqld_safe &
Defina a senha de root do MySQL: mysqladmin -u root password “senha_pessoal”
Conecte no banco, para testes: mysql -u root -p
Na pasta do fonte do mysql há um script para que seja utilizado para inicialização automática do banco durante o processo de boot do sistema. Copie-o para o init.d e crie os devidos atalhos para os runlevels: cp /usr/src/mysql-5.0.45/scripts/mysql.server /etc/init.d/

Mais detalhes para manipulação do MySQL, use este link

Ok, deixamos nosso MySQL pronto para o Snort. Vamos colocá-lo de lado agora e partir para o Snort. A integração dele com o Snort e o BASE será feita futuramente.

Instalação libcap:

A libcap é componente essencial para o snort. Por questões de desempenho e segurança é interessante compilá-lo, pois qualquer vulnerabilidade encontrada pode ser atualizada de maneira fácil, baixando o fonte da nova versão e compilando, sem esperar pelo pacote da distro, por exemplo. Por outro lado, o Debian, por exemplo, tem um foco em segurança onde às correções surgem rapidamente e o apt é uma ótima ferramenta . Então, como tudo no software livre, você decide! :)
Instale o pacote flex: apt-get install flex
Descompacte: tar zxvf libpcap-0.9.7.tar.gz
Configure: ./configure
Compile e instale: make && make install (o ‘&&’ no comando diz que o segundo comando só será executado se o primeiro não retornar com erro)


Instalação Snort2:

Vamos ao de sempre :) Descompacte e acesse a pasta: tar -zxvf snort-2.7.0.1.tar.gz
Configure o Snort para compilação, onde neste caso compilaremos com suporte ao MySQL que configuramos anteriormente: ./configure –with-mysql=/usr/local
Compile e instale: make && make install
Crie o diretório de configuração do Snort: mkdir /etc/snort
O mesmo para logs: mkdir /var/log/snort
Crie o usuário snort: adduser snort
Configure as devidas permissões: chown snort:snort /var/log/snort

Descompacte as regras baixadas anteriormente: tar -zxvf /usr/local/src/snortrules-snapshot-CURRENT.tar.gz

Vamos às regras do snort: cd /etc/snort
Copie as regras para o diretório de configuração: cp /usr/local/src/snort-2.7.0.1/etc/*.conf* . && cp /usr/local/src/snort-2.7.0.1/etc/*.map .

Edite o arquivo snort.conf: Lembrando que esta configuração é básica para iniciar o Snort. Cada um deve configurar conforme sua necessidade. Os arquivos de configuração são bem comentados para você se orientar. Sugerimos uma boa lida neles: vi /etc/snort/snort.conf

Basicamente, altere as seguintes variáveis:
var RULE_PATH /etc/snort/rules
var HOME_NET “rede/máscara”
var EXTERNAL_NET !$HOME_NET

Antes de iniciar o snort, dê uma olhada também no arquivo local.rules: vi /etc/snort/rules/local.rules

Iniciando snort: /usr/local/bin/snort -Dq -u snort -g snort -c /etc/snort/snort.conf &

Verifique se o processo do snort continua rodando e monitore o syslog, pois as mensagens de sucesso ou erro aparecerão nele.

Você pode utilizar também snort -v para ver na tela como o snort trabalha. Neste primeiro momento estamos utilizando o snort para saída padrão em logs do sistema. O ambiente MySQL preparado anteriormente será finalizado juntamente com a instalação do BASE.

Criando base de dados Snort:

Conecte-se ao banco: mysql -u root -p (lembre-se da senha de root do banco, definida anteriormente)
Crie uma base: mysql> create database snort;
Configure as permissões e crie o usuário snort para o mysql: mysql> grant CREATE, INSERT, SELECT, DELETE, UPDATE on snort.* to snort@localhost;
Defina a senha do usuário snort: mysql> SET PASSWORD FOR snort@localhost=PASSWORD(’senha’);

Na pasta ’schemas’, no código fonte do Snort existem scripts para criação da base em alguns SGBDs.

Acesse a pasta: cd /usr/local/src/snort-2.7.0.1/schemas
Jogue o sql no banco mysql: mysql -u root -p < create_mysql snort

Para testar, acesse a base e suas tabelas, conectando-se ao mysql:
mysql> use snort;
mysql> show tables;

Instalação do Apache:

Descompacte o fonte do Apache: tar -zxvf httpd-2.2.4.tar.bz2
Acesse a pasta descompactada: cd httpd-2.2.4

Prepare para compilação: ./configure –enable-so
Compile e instale: make && make install

Edite o arquivo de configuração do Apache e teste a instalação.

Instalação pcre

cd /usr/local/src
Descompacte: tar jxvf pcre-7.2.tar.bz2
Acesse a pasta: cd pcre-7.2
Configure, compile e instale: ./configure && make && make install

Instalação biblioteca gd:

A biblioteca GD é componente essencial para compilação do PHP.

cd /usr/src
Descompacte: tar jxvf gd-2.0.35.tar.gz
Acesse a pasta: cd gd-2.0.35
Configure, compile e instale: ./configure && make && make install

Eu sei, é meio repetitivo! Mas, faz parte :)

Instalação php:

Vamos compilar o php para utilizar com o Apache e o BASE. Aqui temos um motivo de muitas discussões. Compilar o php não é algo tão simples. Ele dispõe de muitos recursos que precisam ser ativados na configuração. Depois de “apanharmos” bastante, disponibilizamos o configure abaixo. Os feras em compilar php, por favor se manifestem com dicas. Caso algum recurso solicitado durante o configure não esteja disponível, instale com o apt.

Alguns que precisamos instalar: apt-get install xml2 libxml2 libxml2-dev libxml2-utils libssl-dev zlib-bin zlib1g zlib1g-dev libbz2-1.0 libbz2-dev libcurl3-dev libpng12-dev libgmp3-dev libc-client-dev libpspell-dev

cd /usr/local/src
tar jxvf php-5.2.3.tar.bz2
cd php-5.2.3

./configure –host=i386-debian-linux –build=i386-debian-linux –target=i386-debian-linux-gnu –enable-force-cgi-redirect –enable-pic –enable-inline-optimization –with-bz2 –with-curl –with-smtp –with-layout=GNU –with-curl –with-gd –with-gettext –with-config-file-scan-dir=/etc/php –enable-libxml –with-libxml –with-ncurses –with-gmp –with-iconv –enable-reflection –enable-spl –disable-path-info-check –with-openssl –with-openssl –with-png –with-pspell –with-xml –with-expat-dir=/usr –with-xmlrpc=shared –enable-bcmath –enable-exif –enable-ftp –enable-magic-quotes –enable-safe-mode –enable-sockets –enable-sysvsem –enable-sysvshm –enable-discard-path –enable-track-vars –enable-trans-sid –enable-yp –enable-wddx –with-imap=shared –with-imap-ssl –with-kerberos –enable-memory-limit –enable-bcmath –enable-shmop –with-apxs2=/usr/local/apache2/bin/apxs –with-regex=php –enable-dom –enable-xmlwriter –enable-xmlreader –with-xmlrpc –enable-xml –enable-wddx –enable-tokenizer –enable-sockets –enable-soap –enable-simplexml –enable-session –enable-calendar –enable-dbx –enable-dio –enable-mcal –enable-mbstring=shared –enable-mbstr-enc-trans –enable-mbregex –enable-posix –enable-pdo –with-pcre –with-pcre-regex –with-mysql=/usr/local/mysql –with-bzip2=/bin

Compile e instale: make && make install (aproveite e faça uma pausa pro café =)
Copie o arquivo de configuração do php: cp php.ini-dist /usr/local/etc/php.ini

Adicione suporte no Apache2: vi /usr/local/apache2/conf/httpd.conf
Adicione as seguintes linhas:
LoadModule php5_module modules/libphp5.so
AddType application/x-httpd-php .php .phtml
AddType application/x-httpd-php-source .phps
Edite a tag DirectoryIndex adicionando: index.php index.phps

Pear: O pear é um componente do php para instalar demais recursos necessários. Aqui precisamos de alguns como o Image_Graph:

pear install –alldeps Image_Graph-alpha channel://pear.php.net/Image_Graph-0.7.2
Dê as permissões para o usuário do apache: chown -R www-data:www-data /usr/local/share/pear/

Configurando Snort para o MySQL:

Agora vamos configurar o Snort para gravar dados no MySQL.

Edite o arquivo de configuração: vi /etc/snort/snort.conf

Descomentar a linha: output database: log, mysql, user=snort password=’senha da base snort’ dbname=snort host=localhost

Reinicie o Snort e verifique registros no banco: mysql -u root -p snort -D snort -e “select count(*) from event”

Instalação BASE:

O BASE é uma boa ferramenta que retira dados do MySQL e gera estatísticas e gráficos sobre as ameaças detectadas pelo snort. Claro que, para termos melhores resultados, a configuração adequada do seu snort influencia diretamente nesta análise.

Vamos à instalação:

cd /usr/local/apache2/htdocs
tar -zxvf /usr/local/src/base-1.3.6.tar.gz
mv base-1.3.6/ base

Copie as regras do snort para o subdiretório /signatures do base: cp -R /etc/snort/rules/* /usr/local/apache2/htdocs/base/signatures

Instalação adoDB:

Descompactar e mover o diretório descompactado para dentro do diretório do base: mv adoDB /usr/local/apache2/htdocs/base/

chown -R www-data:www-data base
Acessando via web: http://”ipdoservidor”/base
Se tudo ocorrer bem, o base exibirá um passo-a-passo de configuração. Ele irá pedir parâmetrós já definidos anteriormente, tais como configuração de nomes, senhas, banco de dados, etc.

Com o base configurado, faça seu login e teste.

Considerações finais:

Esperamos que este tutorial tenha sido útil. Pedimos para que todos que tenham suas peculiaridades, dicas e demais comentários a fazer, que o façam, para assim melhorarmos o processo de instalação e nos aprimorarmos cada vez mais.

Qualquer dúvida, entre em contato conosco:

Jean Vieira: sepoys@gmail.com

Tiago Lima: peacenet@gmail.com

Um abraço e até a próxima! :)

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FTP Seguro? Que tal sftp + scp?

December 19th, 2007 Peace No comments

A facilidade do ftp para transferir arquivos é incontestável. Porém a segurança deixa a desejar, pois tudo que trafega nele vai em texto puro, incluindo aí as senhas para autenticação. O mesmo acontece com o telnet (shell remoto) que hoje evoluiu para o tão usado ssh.

Assim, outros recursos interessantes disponíveis junto com o ssh são o scp e o sftp (ftp seguro). A difrença básica (e primordial) ao ftp está na criptografia, mantendo sigilo na troca de informações.

Precisava implementar um servidor para transferência de arquivos com autenticação e um nível maior de segurança. Encontrei um artigo muito bom para criar um servidor sftp e scp com jail (chroot). Para os que não sabem, o conceito de jail cria um outro sistema de arquivos disponível apenas para a aplicação que estiver “rodando”, de tal forma que caso algum incidente de segurança ocorra, este fique restrito apenas ao falso sistema de arquivos criado, impedindo o acesso do atacante à demais locais do servidor.

Escrever o artigo aqui novamente seria “reinventar a roda”(além de tirar os méritos de quem o forneceu), então o artigo pode ser acessado aqui. Vejam também os comentários, onde eu acrescentei algo importante para que está começando com este tipo de serviço, principalmente no que diz respeito a criação do jail.

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BIND 9 + chroot - Debian Etch

December 4th, 2007 Peace No comments

Se você jogar o título deste post numa pesquisa no oráculo … digo … google,  apareceção milhares de links.

Assim, coloco abaixo o link de um artigo que, apesar de antigo, vai direto ao ponto e funciona perfeitamente.

http://www.vivaolinux.com.br/artigos/verArtigo.php?codigo=90

Acabo de colocar um servidor DNS no ar com Debian etch (4.0), com uma instalação “seca”.

A única recomendação que faço é você compilar o openssl na sua última versão, pois o configure do BIND avisa de uns bugs em versões mais antigas do openssl.

Até mais.

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